🔬 Pesquisa Científica da USP

O Supera funciona.
A ciência comprovou.

Estudo de 2 anos conduzido pela Universidade de São Paulo com 207 participantes, publicado em periódico científico internacional, comprova a eficácia do método.

Melhoras significativas em todas as áreas

Desempenho relativo dos participantes que praticaram o método Supera vs. grupo controle

0%
Cognição Geral
Melhora no desempenho cognitivo global
0%
Memória
Aumento na capacidade de memorização
0%
Funções Executivas
Melhora no planejamento e tomada de decisão

Validado pela maior universidade da América Latina

A pesquisa foi conduzida pelo Centro de Gerontologia da EACH-USP em parceria com o GNCC do Hospital das Clínicas da FMUSP, duas das mais respeitadas instituições de pesquisa do Brasil.

207 idosos saudáveis foram acompanhados durante 2 anos, divididos em 3 grupos, com 5 pontos de avaliação. Os que praticaram o método Supera apresentaram melhoras consistentes em cognição, memória e funções executivas.

Os resultados foram tão relevantes que foram aceitos para publicação no International Psychogeriatrics, periódico científico internacional com rigorosa revisão por pares.

📄 Publicado no International Psychogeriatrics

Os 3 pilares do método

Fundamentos neurocientíficos que sustentam os resultados comprovados

🧠

Neuroplasticidade

O cérebro tem a capacidade de se modificar e criar novas conexões neurais ao longo de toda a vida. Quanto mais estímulos variados, maior a formação de novas sinapses.

🛡️

Reserva Cognitiva

Construir uma "reserva" de conexões cerebrais aumenta a resistência do cérebro à neurodegeneração e ao envelhecimento natural, retardando o declínio cognitivo.

Estimulação Cognitiva

Exercícios variados e progressivos que desafiam diferentes áreas cerebrais, melhorando memória, atenção, raciocínio lógico e velocidade de processamento.

Benefícios comprovados em cada fase da vida

O método é baseado em neuroplasticidade, que ocorre em todas as idades a partir de 6 anos

Crianças no Supera
6 a 11 anos

Crianças

Foco nos estudos, rendimento escolar, raciocínio lógico e desenvolvimento socioemocional.

Adolescentes no Supera
12 a 17 anos

Adolescentes

Preparação para vestibular e ENEM, concentração, autoestima e autonomia nos estudos.

Adultos no Supera
18 a 59 anos

Adultos

Performance profissional, inteligência emocional, tomada de decisão e produtividade.

60+ no Supera
60+ anos

Melhor Idade

Prevenção do declínio cognitivo, autonomia, socialização e qualidade de vida. Foco principal da pesquisa USP.

Sobre a pesquisa

Quem realizou a pesquisa sobre o método Supera?
A pesquisa foi conduzida por pesquisadores do Centro de Gerontologia da EACH-USP (Escola de Artes, Ciências e Humanidades) e do GNCC do HC-FMUSP (Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento do Hospital das Clínicas). São duas das mais renomadas instituições de pesquisa em neurociência e envelhecimento do Brasil.
Quanto tempo durou o estudo?
O estudo acompanhou 207 idosos saudáveis durante 2 anos completos, com 5 pontos de avaliação ao longo do período. Os participantes foram divididos em 3 grupos para comparação rigorosa dos resultados.
Onde o estudo foi publicado?
Os resultados foram publicados no International Psychogeriatrics, um periódico científico internacional de alto impacto, com rigoroso processo de revisão por pares (peer review). Isso significa que outros cientistas independentes validaram a qualidade e os resultados da pesquisa.
O método funciona para todas as idades?
Sim! Embora esta pesquisa tenha focado em idosos saudáveis, o método Supera é baseado em neuroplasticidade — a capacidade do cérebro de formar novas conexões ao longo de toda a vida. A Supera atende a partir de 6 anos, com benefícios para crianças, adolescentes, adultos e idosos.
Os resultados são duradouros?
Sim. O estudo de 2 anos mostrou que os ganhos cognitivos foram mantidos e até ampliados ao longo do tempo nos participantes que continuaram a prática. A estimulação contínua contribui para a construção da reserva cognitiva, um "escudo" natural contra o declínio.
A pesquisa é independente?
Sim. A pesquisa foi conduzida de forma totalmente independente pelos pesquisadores da USP, seguindo rigorosos protocolos científicos com grupo controle. Os resultados passaram por revisão por pares antes da publicação.

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