Estudo de 2 anos conduzido pela Universidade de São Paulo com 207 participantes, publicado em periódico científico internacional, comprova a eficácia do método.
Desempenho relativo dos participantes que praticaram o método Supera vs. grupo controle
A pesquisa foi conduzida pelo Centro de Gerontologia da EACH-USP em parceria com o GNCC do Hospital das Clínicas da FMUSP, duas das mais respeitadas instituições de pesquisa do Brasil.
207 idosos saudáveis foram acompanhados durante 2 anos, divididos em 3 grupos, com 5 pontos de avaliação. Os que praticaram o método Supera apresentaram melhoras consistentes em cognição, memória e funções executivas.
Os resultados foram tão relevantes que foram aceitos para publicação no International Psychogeriatrics, periódico científico internacional com rigorosa revisão por pares.
Fundamentos neurocientíficos que sustentam os resultados comprovados
O cérebro tem a capacidade de se modificar e criar novas conexões neurais ao longo de toda a vida. Quanto mais estímulos variados, maior a formação de novas sinapses.
Construir uma "reserva" de conexões cerebrais aumenta a resistência do cérebro à neurodegeneração e ao envelhecimento natural, retardando o declínio cognitivo.
Exercícios variados e progressivos que desafiam diferentes áreas cerebrais, melhorando memória, atenção, raciocínio lógico e velocidade de processamento.
O método é baseado em neuroplasticidade, que ocorre em todas as idades a partir de 6 anos
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